quarta-feira, 22 de julho de 2009

“Voe por todo mar e volte aqui”...

Pois é... Despedidas... Seriam o fim ou o início de alguma coisa? Pode-se dizer que são o fim de todo um ciclo e o começo de uma nova era, com pessoas, lugares e cotidiano totalmente diferente. Por mais que todas as pessoas sejam únicas, compartilham um período de tempo chamado de vida e nessa saga que enfrentamos diariamente, conhecemos lugares, perdemos pessoas, nos apaixonamos por coisas, vivemos situações e sentimos saudades de lembranças e dos momentos vividos.

Quem diria que em meio a um aspecto Direito eu encontraria duas peças raras, duas figuras que foram desenhadas a mão. Lícia, uma pequena que vira “uma gigante” em meio a uma briga, dona de um coração enorme e de uma paciência sem limites. Mari, a pessoa mais “figura” que já conheci, portadora de uma criatividade infinita e de um companheirismo inexplicável.

Em tão pouco tempo, essas duas figuras me conquistaram de tamanha maneira que me deparo com uma enorme dificuldade de encontrar as palavras adequadas para tentar transmitir o quanto vocês são importantes na minha vida. Foram tantos momentos, diversos sentimentos e vários assuntos compartilhados que dói muito pensar que daqui uns dias continuarei a saga sem vocês. Um ciclo no qual a Lícia copiava e passava a limpo a matéria, a Mari T. copiava da Lícia (quando queria) e a Mari B. ficava apenas no xerox. Assim, nos completávamos, bastava apenas um olhar para as outras entenderam o que aquele singelo ato significava, apesar de sermos pessoas de muitas palavras, de muitas conversas, de muitas risadas e, geralmente, tais ações aconteciam quando não podiam o que resultavam em muitos “ralas” de professores.

Quantas aulas já matamos para conversar, quantas fotos sem sentido registraram momentos que provocarão saudades, por várias vezes enxugamos as lágrimas alheias e, principalmente, provocamos e compartilhamos sorrisos e enormes gargalhadas. Isso mostra que nós vivemos de forma intensa e, sobretudo, desfrutamos todos os mementos que tivemos para fazer com que um convívio diário fosse transformado em um real sentido para a palavra amizade. Isso não quer dizer que não tivemos momentos que a vontade de nos matar era gritante, mas como todas as grandes conquistas históricas, a nossa está sendo escrita com muitas vitórias e, no momento, enfrentaremos a batalha mais difícil de todas que foi denominada de distância e para os íntimos de saudades.

Um ano e meio, 18 meses, três períodos de faculdade, cinco dias por semana e alguns finais de semana, várias festas, diversos almoços e várias situações compartilhadas resultam em um coração cheio de lembranças e que fica na esperança de um breve reencontro. Quem disse que a distância separa as pessoas que se amam?! No nosso caso, apenas servirá para significar que o passado realmente valeu a pena.
PARA SEMPRE NO MEU CORAÇÃO... AMO MUITO VOCÊS!

OBS: Agora eu terei que começar a copiar matéria, Lícia... E Mari, terei que arrumar outra pessoa pra jogar palitinho, continue a história ou jogo da velha durante as aulas! ahauhaauhauah

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2 comentários:

Mariana disse...

Lindoooooooooo! Simplesmente amei!
Mas não sabia que já teve vontade de me matar oO ahueaheuaheuhe
E só nao me lembro de jogar paltinho, e o resto sim, e até tirar fotos durante as aulas da Marta ;D ahuehauheuaheuhea

=***

Lícia disse...

Aiii!!! amigaaaaaaaa!
você me fez chorar mas tudo bem. huahua...
vc sabe que é muito importante pra mim, só enquanto eu respirar vou me lembrar de você.
Nunca esqueça disso e saiba que quando precisar de mim farei de tudo para te ajudar.
Te Amo Muito!!!!
bejus.
:D